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Moça do Algodão by Cárlisson Kibernet | Happy Shrimp
Moça do Algodão
Cárlisson Kibernet · Rock · Folk · Nostalgic · Melancholic
Rock · Folk · Nostalgic · Melancholic
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Lyrics
Generation
[Verse]
Quando o Sol se despede avexado
Sua luz recolhe, fica nem um fiapo
Fico na varanda, olhando o tempo passar
Com um nó na garganta, chega a incomodar
[Verse]
Minhas mãos conhecem bem o peso da enxada
Mas não é com ela que me vejo abraçada
Pode abraço fazer falta, se eu nunca senti?
E o tempo vai desfiando, eu sozinha ali
[Chorus]
Meu peito é capulho que ainda não abriu
Guardando uma brancura que ninguém nunca viu
Quem dera uma mão soubesse me tecer
Fazer desse algodão um pano pra aquecer
[Verse]
O riacho corre, corre sem olhar pra trás
Eu queria ser assim, mas o meu coração
Gosta de ficar no chão, como quem tá plantado
Esperando a chuva boa, de amor e afago
[Verse]
O vento bate na janela, vem pra me chamar
Será que traz um recado para me animar?
Tento escutar um nome, não ouço ninguém
Será que tem alguém no mundo pra me querer bem
[Chorus]
Meu peito é capulho que insiste em não abrir
Guardando uma brancura que eu queria dividir
Quem dera uma mão soubesse me ler
Fazer desse algodão um pano de proteger
[Bridge]
Quem dera eu soubesse fiar o pensamento
Transformar em linha tudo o que sinto por dentro
Fazer um tecido que ninguém pudesse ver
Mas que me cobrisse e puxasse pra onde está você
[Chorus]
Meu peito é capulho que não quer mais esperar
Guardando uma brancura, que dói de guardar
Quem dera uma mão viesse me colher
Fazer desse algodão... o que tiver que ser...
[Outro]
Será que vestidos de noiva...
...são feitos do algodão do coração?
[Verse]
Quando o Sol se despede avexado
Sua luz recolhe, fica nem um fiapo
Fico na varanda, olhando o tempo passar
Com um nó na garganta, chega a incomodar
[Verse]
Minhas mãos conhecem bem o peso da enxada
Mas não é com ela que me vejo abraçada
Pode abraço fazer falta, se eu nunca senti?
E o tempo vai desfiando, eu sozinha ali
[Chorus]
Meu peito é capulho que ainda não abriu
Guardando uma brancura que ninguém nunca viu
Quem dera uma mão soubesse me tecer
Fazer desse algodão um pano pra aquecer
[Verse]
O riacho corre, corre sem olhar pra trás
Eu queria ser assim, mas o meu coração
Gosta de ficar no chão, como quem tá plantado
Esperando a chuva boa, de amor e afago
[Verse]
O vento bate na janela, vem pra me chamar
Será que traz um recado para me animar?
Tento escutar um nome, não ouço ninguém
Será que tem alguém no mundo pra me querer bem
[Chorus]
Meu peito é capulho que insiste em não abrir
Guardando uma brancura que eu queria dividir
Quem dera uma mão soubesse me ler
Fazer desse algodão um pano de proteger
[Bridge]
Quem dera eu soubesse fiar o pensamento
Transformar em linha tudo o que sinto por dentro
Fazer um tecido que ninguém pudesse ver
Mas que me cobrisse e puxasse pra onde está você
[Chorus]
Meu peito é capulho que não quer mais esperar
Guardando uma brancura, que dói de guardar
Quem dera uma mão viesse me colher
Fazer desse algodão... o que tiver que ser...
[Outro]
Será que vestidos de noiva...
...são feitos do algodão do coração?
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